Como reduzir as beatas no chão | How to reduce cigar butts on the floor

Como reduzir as beatas no chão | How to reduce cigar butts on the floor

A semana passada vi esta fotografia de Karen Mason que, tal como a muitas outras pessoas, chocou-me um bocado. A imagem, captada numa praia na Flórida, mostra uma cria a ser alimentada de uma beata pela mãe. Isto é triste e nojento… Mas por muitas imagens destas que saiam “cá para fora”, parece que não surtem muitos efeitos para os fumadores… Diáriamente, vejo dezenas de pessoas a deitarem beatas para o chão e de todas as vezes penso sempre o mesmo: “seria assim tão difícil terem um cinzeiro sempre por perto? Em casa com certeza não as deitam no chão…”.  

Last week, I saw this picture from Karen Mason and, just like a lot of other people, it disgusted me. It shows a chick being fed by her mother with a cigarette butt. It is shocking and disgusting… However, there doesn’t seem to be enough pictures that have that effect on people who smoke… I see, daily, people throwing away the cigar butts to the floor and every time I see that I think for myself: “is it that hard to have an ashtray nearby?! Do they throw them on the floor, at home?”.

É certo que muito poderia ser resolvido se a fiscalização fosse feita de forma mais séria (sabiam que dá multa atirar a beata para o chão?! E se é proibido falar ao telemovel enquanto se conduz, porque não o é fumar ao volante?!), mas não sendo esse o caso, caros fumadores, venho hoje acabar com as vossas desculpas para essa coisa do “ah e tal, não tenho cinzeiro à mão”.

A lot could be solved if inspection was more serious (in Portugal, if you throw a butt to the floor, you’ll have to pay a fine…. supposedly…), but that not being the case… I am writing this post to help end the excuses of “Ah, well, I don’t have an ashtray with me”.

 

Para os fumadores | For the smokers

Não vou falar muito de casa, porque em casa há sempre um cinzeiro, mas para os que fumam às escondidas, não atirem as beatas pela janela…. Qualquer garrafinha de plástico com água ou areia servem para guardar as beatas e as cinzas, e ainda tem tamanho suficiente para esconder e levar para o lixo da rua 😉 E esta solução também funciona para o carro ou para a praia 😉

Lets see… at home, I believe every smoker has an ashtray, exception made for those who smoke “in the shadows”. If you want to hide the proof, please don’t throw it through the window… Any bottle with water or sand can do the job and they are small enough to hide and be taken to the garbage on the street. This solution also works for those who drive and those who smoke on the beach 🙂

Mas há outras soluções mais giras e ecológicas. Por exemplo esta, da Biatakí! É um cinzeiro ecológico, feito de bambu e cortiça, pequena o suficiente para caber no bolso ou na mala. Podem leva-lo para qualquer lado e é mais barato que um maço de tabaco (aqui o dinheiro também não é desculpa)!

But there are other solutions, more fun and eco-friendly. For example this one from Biatakí! It is an eco-friendly bambu and cork-made ashtray, small enough to fit in the pocket or purse. You can take it anywhere and is cheaper than a pack of cigars (money is not an excuse)!

Nos carros, eu sei que hoje em dia o cinzeiro já é um extra e que nem todos trazem um, mas já vimos que o dinheiro não será um problema aqui, não já? 😉  Se não quiserem andar com uma garrafa de água, podem substituir por um copo com areia. Quanto ao cheiro, se já fumam de janela aberta, podem continuar a fazê-lo. A diferença é mandar a beata pela janela, ou guardarem-na por momentos e deitarem-na depois no caixote do lixo 🙂 Fácil, certo?

Nowadays, I know that ashtrays in cars are an extra and not all new cars have one. But we have seen by now that it is not a problem, right? If you don’t want to carry a bottle of water, use a cup with a little bit of sand. As for the smell, if you already smoke with your windows down, you can still do that. The difference is where you put the butt in the end: over the window or down the cup 😉

 

Para não fumadores | For non-smokers

A liberdade do outro acaba quando começa a nossa, sempre ouvi dizer. E aqui não é exceção. As pessoas são livres de fazerem o que quiserem (até um certo ponto) e não nos cabe a nós dizer o que podem ou não podem fazer. Mas podemos educar de diversas formas. Se têm amigos que têm o hábito de fumar e deitar beatas no chão, porque não darem-lhes um cinzeiro para todas as ocasiões? E se não usarem? Refilem com eles. Se são vossos amigos, irão respeitar-vos 🙂

One’s freedom ends where another’s begins, I always heard of. And here is no exception. We don’t get to tell anyone to stop smoking, but we can educate in other ways. If you have friends who smoke and have those sad habits, why not give them an ashtray for every occasion? And if they don’t use, show them how it gets to you. They will respect you and at least in front of you they’ll change. (Baby steps, can make great changes).

Com colegas ou pessoas desconhecidas, o caso torna-se mais difícil, mas não impossível. As pessoas estão habituadas a que ninguém repare nessas coisas, muito menos que lhes digam algo. O meu conselho é dizerem algo como: “não vais deitar isso para o chão, pois não? Tens caixote do lixo ali ou ali, não pagas mais por os usares”. O desconforto e o embaraço normalmente deixam as pessoas sem jeito e acabam por deitar mesmo as beatas no lixo. Se não resultar, olha, pelo menos tentaste.

With co-workers or people we are not very comfortable with is harder but not impossible. Throwing butts away is such a habit, that no one ever says anything about it. My advice is: say something. I usually say: “you’re not going to throw that on the floor, are you? You have a trash can there and there…”. The unease and embarrassment it causes to people usually works 🙂 If it doesn’t work, well, at least you tried.

 

A todos, peço que façam o seguinte exercício: imaginem que em vez da cria com a beata no bico, que era uma criança a levar uma beata à boca. Ambos os cenários são contornáveis, com a diferença de que os animais não sabem que as beatas são lixo e não têm uma mãe ou um pai para evitarem o pior. Por isso se todos formos um bocadinho mais conscientes, muita coisa vai mudar com certeza 😉

To everyone, do this exercise: imagine that instead of the cub with the butt on the beak, that it was a little kid with it instead. Both situations are unpleasant and perfectly avoidable. Animals don’t realize butts are trash and they don’t have a mom or a dad to avoid the worst. So, if we are all a little more conscious, a lot of good changes will come 😉

 

xoxo,

P.

 

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